





















Raving
Acionando as táticas incitadas e registradas pela obra da autora McZenzie Wark em seu seminal "Raving", a Discoderiva propõe deslocar um espaço a outros ritmos. Em colaboração e parceria com Caroço, Arquivo Blush e Vetor Magazine no primeiro evento oficial em homenagem ao livro no Brasil, ressoamos a pergunta: pode uma galeria hospedar o movimento e a performance de estar em uma festa? O que seria festejar senão uma estratégia de apropriação de lugares - espaços vazios, institucionais ou abandonados, cubos cinzas ou brancos - para construir cenários possíveis de viver em comunidade? Poderia a festa ser nosso método de apreensão do mundo? É possível trazer o zumbido que resta nos ouvidos, depois de uma noite de batidas agressivas e eletrizantes que atravessam o corpo, à experiência estética de uma galeria?
Raving
Drawing on the tactics invoked and documented by author McKenzie Wark in her seminal work Raving, Discoderiva proposes shifting a space into other rhythms. In collaboration and partnership with Caroço, Arquivo Blush, and Vetor Magazine, for the first official event in Brazil dedicated to the book, we echo the question: can a gallery host the movement and performativity of being at a party? What is celebration, if not a strategy for appropriating places - empty, institutional, or abandoned spaces, gray or white cubes - in order to construct possible scenarios for living in community? Could the party be our method for apprehending the world? Is it possible to bring the ringing that lingers in the ears after a night of aggressive, electrifying beats coursing through the body into the aesthetic experience of a gallery?
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